Rodrigo Carvalho morador do bairro Bela Vista relatou a reportagem estar à procura de gás de cozinha. “Em um dos depósitos que fui havia uma placa bem grande ‘Não temos gás’ e lá era limitado um botijão por pessoa”. Por telefone e aplicativo, já tentou localiza no bairro, mas, nenhuma previsão.
Os depósitos dependem das distribuidoras, que por sua vez, dependem da Petrobrás. No aplicativo “Chama – o app do gás” observa-se alta nos preços, com botijões a R$100 e sinalização fechada para os depósitos. Portanto, sem previsão de recebimento de novas unidades por parte da rede.
A petroleira destacou em nota que aumentou a importação do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) e ainda que “não há qualquer necessidade de estocar GLP neste momento, pois não haverá falta de produto para abastecer a população”.
O ponto mais crítico sofrido com atraso na reposição do produto está na grande São Paulo. O preço subiu até 20%, segundo cálculos do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás).
A reportagem entrou em contanto com cerca de 12 distribuidores nesta terça-feira (31), mas, nenhuma nos atendeu. Uma moradora do bairro Ponte Alta relavou via WhatsApp que está sem nada de gás em casa há dias. No depósito, ela foi colocada numa ‘lista de espera’, sem previsão de chegada.
Na contra mão
Longe de botijões e cresceu o número de pessoas que aderiram ao gás encanado para fugir do apuro dessas horas de procura. A empresa Congás, mesmo diante da pandemia segue com de expansão da rede de gás natural encanado pelas ruas de Guarulhos.
Um movimento que começou nas regiões centrais da cidade para atender aos edifícios. Mas, agora, se expande nas regiões periféricas da cidade. Ontem, (31) a reportagem GO viu trabalhadores da empresa em plena atividade no Jardim Lenize.

