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qui, 18 abr 2024
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Como descartar corretamente o lixo de paciente contaminado por Covid-19 em quarentena domiciliar?

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A pandemia do novo coronavírus toma dimensões continentais a cada dia. O alerta é para contaminação em massa de pessoas infectadas através de gotículas ou toque em objetos contaminados. Resultado da exposição ao vírus ao furar a barreira do distanciamento social.

Quem se contamina não sabe como nem onde contraiu a doença, mas nas últimas semanas, novos fatores tem sido discutidos em meio a esse turbilhão. Um deles é o risco de contaminação por meio da ausência de saneamento básico adequado em algumas regiões.

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Em outra situação, o lixo produzido nas residências de pacientes que estão em quarentena domiciliar. A recomendação neste caso é para uma lixeira específica dentro da casa e descarte em dois sacos reforçados e com apenas metade da capacidade total.

Mas, quando os sacos de lixo são postos para fora das residências, serão recolhidos pelo mesmo caminhão de coleta comum. Nesse sentido, as autoridades sanitárias tem recorrido à discussão de novos protocolos que preservem o meio ambiente e a saúde pública.

Em alguns prédios, síndicos tomaram medidas emergenciais como separar o elevador de serviço especificamente para o apartamento com morador infectado. Mas, quando se trata do resíduo, foi preciso contratar uma empresa terceirizada que fizesse o recolhimento adequado.

Novos protocolos vem aí

Para tanto, a engenheira sanitarista e ambiental, Roseane Maria Garcia Lopes de Souza, diretora da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) São Paulo e coordenadora da câmara técnica de resíduos de serviços de saúde em nível nacional esclarece:

“Resíduo domiciliar de pacientes diagnosticados com a Covid-19 são de alto risco e infectantes. Nesse momento, há necessidade de uma padronização nacional que garanta mais segurança nas etapas do gerenciamento do resíduo. A diretriz é justamente para proteger os coletores, catadores de rua, em várias situações possíveis que gerem contaminação em massa.”

Por isso, a ABES organiza um fórum online para articular a necessidade de um protocolo nacional que aponte diretrizes e atravesse a pandemia. Por hora, cada município legisla sobre a matéria de acordo com suas limitações operacionais.

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