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sáb, 13 abr 2024
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SP tem menor taxa de desemprego em 9 anos e maior nº de trabalhadores com carteira

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Estado também registra maior percentual de ocupação no país entre todas as unidades da Federação: 24,3% do total

O estado de São Paulo registrou a menor taxa de desemprego em 9 anos em 2023. Com isso, a economia paulista voltou ao índice registrado em 2013: de 7,5%. Os dados foram disponibilizados pelo IBGE e divulgados pela Fundação Seade.

O levantamento mostra ainda que o desemprego paulista foi menor que a média nacional, que ficou em 7,8% no ano passado. São Paulo teve ainda o maior contingente de empregados com carteira assinada em 2023 (11,4 milhões), seguido por Minas Gerais (4,3 milhões) e Rio de Janeiro (3,1 milhões).

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No país, o número de empregados com carteira de trabalho no setor privado foi de 37,7 milhões de pessoas, atingindo também o ponto mais alto da série iniciada em 2012 pelo IBGE. Ou seja, São Paulo respondeu por cerca de 30% dos trabalhadores com carteira assinada no país.

São Paulo teve ainda o maior percentual de ocupação no país em 2023 entre todos os estados, com 24,3% do total de ocupados. Junto com São Paulo, os estados de Minas Gerais (10,7%), Rio de Janeiro (8,1%), Bahia (6,0%), Paraná (5,9%) e Rio Grande do Sul (5,8%) foram responsáveis por 60% da ocupação no país.

Além disso, a taxa anual de informalidade foi de 31,5% da população ocupada em São Paulo, a terceira menor entre os estados e também abaixo do índice nacional de 39,2%.

Veja as taxas de desemprego ano a ano em SP:

  • 2023: 7,5%
  • 2022: 9,1%
  • 2021: 14,4%
  • 2020: 14,0%
  • 2019: 12,4%
  • 2018: 13,2%
  • 2017: 13,5%
  • 2016: 12,4%
  • 2015: 10,1%
  • 2014: 7,4%
  • 2013: 7,5%
  • 2012: 7,2%

Quarto trimestre de 2023

No quarto trimestre de 2023 (de outubro a dezembro), o estado de São Paulo registrou taxa de desemprego de 6,9%, menor que a do trimestre anterior (7,1%) e que do mesmo trimestre de 2022 (7,7%). Além disso, o indicador do estado foi mais positivo que a taxa de desemprego nacional (7,4%) e da região Sudeste (7,1%).

O percentual de empregados com carteira assinada entre os empregados do setor privado no estado no quarto trimestre ficou em 80,9% – quarto lugar entre os estados e maior que a taxa nacional, de 73,7%.

O total de pessoas ocupadas com carteira assinada no setor privado em São Paulo foi de 11,425 milhões de pessoas – alta de 2,4% em relação ao trimestre anterior e de 3,6% ante o mesmo trimestre do ano passado. No país, eram 37,973 milhões.

O total de pessoas ocupadas (incluindo trabalhadores do setor privado e público com e sem carteira assinada, domésticos, informais e por conta própria com CNPJ) era de 24,515 milhões – alta de 1,3% em relação ao trimestre anterior e 2,5% ante o mesmo trimestre do ano passado. No país, eram 100,985 milhões.

Enquanto a taxa de informalidade para o Brasil foi de 39,1% da população ocupada, em São Paulo ficou em 31,2% – a terceira menor entre todas as unidades da Federação.

Já o número de desocupados na força de trabalho era de 1,805 milhão – queda de 3,1% ante o trimestre anterior e de 9,1% em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

Setores que geraram vagas

Os setores que mais geraram vagas no estado entre as pessoas ocupadas no quarto trimestre foram Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas e Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas. Veja abaixo:

  • Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas: 4,371 milhões
  • Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas: 4,128 milhões
  • Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais: 3,856 milhões
  • Indústria geral: 3,813 milhões
  • Construção: 1,681 milhão
  • Transporte, armazenagem e correio: 1,672 milhão
  • Serviços domésticos: 1,478 milhão
  • Outros serviços: 1,417 milhão
  • Alojamento e alimentação: 1,374 milhão
  • Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: 713 mil

Rendimento

Enquanto no Brasil o rendimento médio foi de R$ 3.032 no quarto trimestre de 2023, no estado de São Paulo ficou em R$ 3.718 – alta de 2,1% em relação ao segundo trimestre (R$ 3.641) e de 3,3% ante o quarto trimestre de 2022 (R$ 3.599).

O rendimento de São Paulo é maior que a média do Sudeste (R$ 3.430) e que dos estados que compõem a região: Rio de Janeiro (R$ 3.560), Espírito Santo (R$ 2.936) e Minas Gerais (R$ 2.763).

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