O SuperAção SP representa uma nova abordagem do Governo de São Paulo para combater a pobreza estrutural. Consequentemente, Guarulhos foi selecionada na primeira onda deste programa inovador de superação da pobreza. Além disso, a iniciativa reúne 29 políticas públicas integradas para atender famílias em vulnerabilidade social.
A Região Metropolitana de São Paulo se destaca como prioritária, com 16 municípios contemplados na fase inicial. Portanto, a inclusão de Guarulhos ocorreu com base em critérios técnicos rigorosos. Esses critérios avaliam concentração de pobreza, Produto Interno Bruto local e taxa de ocupação. Ademais, Guarulhos apresenta oportunidades concretas para geração de renda e inserção no mercado de trabalho.
SuperAção SP em Guarulhos: investimento na superação da pobreza
O programa conta com investimento inicial de R$ 500 milhões para sua operacionalização completa. Na primeira onda, R$ 110 milhões em cofinanciamento estarão disponíveis para os municípios participantes. Igualmente importante, os recursos incluem R$ 150 milhões para reforço inédito no valor repassado aos municípios, representando aumento de 60%.
Estrutura de atendimento personalizado
As famílias participantes receberão acompanhamento por até dois anos através dos Agentes de SuperAção. Primeiramente, estes profissionais elaborarão planos de desenvolvimento individualizados. Em seguida, conectarão as pessoas a serviços e oportunidades nas áreas de saúde, educação, habitação e trabalho.
A partir de setembro, os primeiros 150 agentes começarão o atendimento direto às famílias. Posteriormente, realizarão busca ativa visitando domicílios e oferecendo apoio personalizado. A seleção destes profissionais acontece em parceria com a Fundação Getúlio Vargas.
Três eixos de atuação do programa:
- Proteger: Encaminhamento a direitos e serviços básicos essenciais
- Desenvolver: Qualificação profissional e incentivos à permanência em cursos
- Incluir: Apoio efetivo à entrada no mercado de trabalho ou empreendedorismo
Adesão municipal e coordenação
A adesão formal dos municípios é facultativa, com prazo de até 45 dias após chamamento oficial. Similarmente, as cidades receberão apoio técnico, institucional e financeiro contínuo. A coordenação será feita pela SEDS, com suporte de comitês especializados.
A meta é atender 105 mil famílias na primeira fase, sendo 70 mil com foco na proteção social e 35 mil na trilha da superação da pobreza. Finalmente, o público-alvo são famílias do CadÚnico com renda per capita inferior a R$ 759 mensais.

