A construção da Linha 19-Celeste representa um dos maiores desafios de engenharia subterrânea do país. Para viabilizar os 17,6 quilômetros de túneis que ligarão o centro de Guarulhos ao centro de São Paulo. São três tuneladoras, conhecidas como “tatuzões”. Principalmente, essas máquinas gigantes escavarão túneis que receberão revestimento em concreto e aço.
As três máquinas introduzidas em pontos estratégicos ao longo do traçado. A primeira tuneladora será instalada na Estação Jardim Julieta e escavará cerca de 5,7 quilômetros em direção à Estação Bosque Maia. Paralelamente, a segunda também entrará na Estação Jardim Julieta, mas seguirá no sentido oposto.
Construção da Linha 19-Celeste: Estratégia de Escavação
A segunda tuneladora escavará aproximadamente 5,2 quilômetros até a Estação Vila Maria, onde será desmontada no Lote 2. Posteriormente, a terceira tuneladora entrará em operação a partir da Estação Vila Maria. Dessa forma, avançará cerca de 5,5 quilômetros em direção ao centro, até ser retirada no Bixiga, no Lote 3.
Este método garante maior segurança e precisão durante escavação. Principalmente, mostra-se fundamental em áreas críticas como as estações Cerealista, São Bento e Anhangabaú. Nessas regiões, o solo é arenoso e o lençol freático elevado, exigindo cuidados especiais.
A solução técnica adotada demonstra complexidade e sofisticação do projeto. Além disso, alia engenharia de ponta à necessidade de garantir segurança durante construção. Consequentemente, representa marco importante para mobilidade urbana da região metropolitana.
A construção da Linha 19-Celeste beneficiará milhões de usuários diariamente. Principalmente, conectará duas importantes centralidades urbanas através de sistema metroviário moderno e eficiente. Paralelamente, reduzirá tempo de deslocamento entre Guarulhos e São Paulo.
O uso de três tatuzões simultaneamente acelera cronograma da obra. Além disso, permite trabalho coordenado em diferentes trechos do projeto. Finalmente, a estratégia de escavação adotada considera características geológicas específicas de cada região, garantindo maior eficiência e segurança durante toda construção da linha metroviária.

