No primeiro semestre do ano, a PM Ambiental registrou 25 autos de infração e aplicou multas no valor de mais de R$ 380 mil pela soltura ilegal de balões de ar quente. Paralelamente, a Polícia Civil registrou 13 ocorrências nas duas delegacias da DIIMA, na capital paulista.
Muitos consideram a soltura de balões uma tradição “inofensiva”, mas essa prática representa, na verdade, um crime ambiental com consequências graves. Consequentemente, para combater esse tipo de crime, a Polícia Militar Ambiental e a Polícia Civil atuam de forma colaborativa e contínua em todo o estado de São Paulo. Além disso, essas ações ocorrem por meio da Divisão de Investigações sobre Infrações contra o Meio Ambiente (DIIMA).
Riscos dos balões de ar quente
Os números evidenciam a preocupação das autoridades de segurança em coibir essa prática, que pode ter consequências incalculáveis. Dessa forma, incêndios, danos estruturais, risco à aviação civil e até mortes representam apenas alguns dos perigos. Simultaneamente, os riscos causados pela soltura de balões não param de crescer em todo o território paulista.
O crime de soltar balão está previsto no artigo 42 da Lei nº 9.605/98, e abrange desde a fabricação do balão até venda, transporte e soltura. Portanto, a pena varia de um a três anos de detenção para quem pratica essas ações.
Finalmente, a intensificação da fiscalização demonstra o compromisso das autoridades em proteger o meio ambiente e a população. Adicionalmente, as multas aplicadas servem como alerta para conscientizar sobre os graves riscos ambientais e sociais dessa prática ilegal.


