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Procura por vacina da gripe aumenta, mas cobertura é inferior a 38% em públicos iniciais

Foto: Marcio Lino/PMG

A meta é imunizar pelo menos 90% dos públicos da campanha

A adesão à campanha de imunização contra a gripe apresentou leve melhora desde a última semana, mas a cobertura vacinal ainda está abaixo de 40% entre os trabalhadores da saúde, crianças de seis meses a menores de seis anos, grávidas e puérperas.

Por isso, estes públicos podem procurar um posto de vacinação para proteção contra o vírus Influenza. Entretanto, o foco está em idosos (pessoas com 60 anos ou mais) e professores, que estão na mira da segunda etapa da campanha.

Visando reduzir aglomerações para reforçar a prevenção à Covid-19, o cronograma da campanha foi dividido em três etapas que se estenderão até 09 de julho. A terceira e última fase alcança pessoas com comorbidades e com deficiência.

Além de caminhoneiros, trabalhadores portuários e de transporte coletivo; profissionais das forças armadas, de segurança e salvamento e funcionários do sistema prisional;  população privada de liberdade e jovens e adolescentes sob medidas socioeducativas.

Seguindo a legislação, deverão ser priorizados nas salas vacinais os idosos com mais de 80 anos e haverá triagem diferenciada e orientações para quem apresentar sintomas respiratórios.

O Instituto Butantan disponibiliza ao Brasil 80 milhões de doses da para a campanha nacional, com produção integral do imunizante e sem necessidade de importação de matéria-prima.

O imunizante deste ano é constituído por três cepas de Influenza: A/Victoria/2570/2018 (H1N1)pdm09; A/Hong Kong/2671/2019 (H3N2); e B/Washington/02/2019 (linhagem B/Victoria).

Em 2020, o Estado de São Paulo registrou 809 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) atribuíveis ao vírus Influenza e 119 óbitos. A aplicação da vacina contra a gripe deve ocorrer em sala distinta da reservada para imunização contra COVID-19.

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