O Estado de São Paulo está preparado para disponibilizar **R$ 10 milhões** em seu orçamento para o ano de **2026**, visando auxiliar municípios em cenários de **calamidade pública**. A iniciativa se mostra particularmente relevante diante dos recentes impactos das **fortes chuvas no litoral paulista**, que resultaram em alagamentos, deslizamentos e, lamentavelmente, perdas humanas e famílias desalojadas. A **Verba Calamidade SP**, integrada aos Benefícios Eventuais, emerge como um mecanismo fundamental de apoio imediato.
Os **Benefícios Eventuais**, fundamentados na **Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS)** e detalhadamente regulamentados pelo **Decreto nº 6.307/2007**, constituem parte essencial do **Sistema Único de Assistência Social (SUAS)**. **Dessa forma**, eles oferecem uma salvaguarda social temporária, crucial para as comunidades severamente afetadas por desastres. No âmbito estadual, a operacionalização do cofinanciamento para situações de emergência é normatizada pela **Resolução 06/2025 da SEDS**.
**Além disso**, o propósito primordial dessa modalidade de proteção é expandir as ofertas de apoio e garantir suporte efetivo às famílias que enfrentaram danos, perdas ou riscos significativos decorrentes de desastres naturais ou eventos climáticos extremos. O foco reside em assegurar a **segurança alimentar e nutricional**, promovendo a autonomia e a capacidade de superação das famílias atingidas.
Verba Calamidade SP: Detalhes do Investimento e Acesso
A previsão orçamentária de **R$ 10 milhões** para **2026** no **orçamento estadual** reforça o compromisso com a proteção social e a resiliência dos municípios. **Nesse sentido**, essa alocação de recursos visa fortalecer a capacidade de resposta da rede socioassistencial, especialmente em momentos de crise, como os que foram enfrentados recentemente em cidades do **litoral paulista**.
A concessão dos benefícios pode ser realizada de forma imediata às famílias impactadas, priorizando-se a forma de **pecúnia (dinheiro)**, bens ou serviços. A preferência pelo pagamento em dinheiro é um princípio da **Política Nacional de Assistência Social (PNAS)**, respeitando a autonomia dos beneficiários na gestão de suas necessidades mais urgentes.
Como os Municípios Podem Acessar a Verba Calamidade SP
Para que um município consiga acessar o cofinanciamento específico para emergências e calamidades, **entretanto**, alguns procedimentos são imprescindíveis. Primeiramente, é necessário **decretar oficialmente a situação de emergência ou calamidade pública**, conforme as diretrizes legais vigentes. **Em seguida**, o município deve encaminhar um **ofício, acompanhado do formulário preenchido**, para a solicitação formal dos recursos.
**Por outro lado**, a identificação precisa do número de pessoas **desabrigadas, desalojadas** e/ou em situação de rua é crucial, especialmente aquelas que demandam **alojamento provisório** e assistência social. Os **critérios de concessão** e os valores a serem repassados são estabelecidos pelo próprio município, sempre em conformidade com sua regulamentação local e as necessidades específicas da população afetada.
**Consequentemente**, é vital que os municípios mantenham seus **Planos de Contingência da Assistência Social** atualizados e eficazes. Além disso, devem articular as **redes locais** de atendimento às pessoas atingidas e registrar, no sistema **PMASWeb**, os serviços onde os recursos foram aplicados. A agilidade e a transparência nessas etapas são essenciais para uma resposta humanitária eficiente.
Em cenários de desastre, o acionamento rápido e a gestão adequada desses instrumentos são primordiais para garantir **proteção imediata** e assegurar condições mínimas de dignidade às **famílias afetadas**, facilitando a superação da crise. **Afinal**, a capacidade de resposta do Estado e dos municípios é a chave para minimizar o sofrimento. Compartilhe suas impressões ou dúvidas nos comentários e contribua para a conscientização sobre este tema vital!

