A aquisição e início de testagem em massa foi anunciada pelo governo do estado nesta sexta-feira (15). Cerca de 2 milhões de testes rápidos para o novo coronavírus serão aliados no diagnóstico precoce e monitoramento da curva de transmissão em São Paulo.
De acordo com a informação oficial, a parceria feita com Centro Paula Souza engloba estratégia de detecção entre policiais, população privada de liberdade e em asilos. Em abril, o estado diz que adquiriu outros 1,3 milhão de testes.
Os testes de anticorpos (IgM/IgG) serão feitos primeiro em profissionais da Polícia Militar, Civil e Técnico Científica, além de seus familiares. Os exames serão realizados por alunos e professores de enfermagem de Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) do Centro Paula Souza.
Esse modelo de testagem será destinado aos profissionais da área da saúde que atuam em serviços estaduais e municipais. Além disso, há no coronograma do governo a iniciativa contenção da infecção em populações consideradas vulneráveis que serão testadas partir da notificação de casos suspeitos.
Teste rápido
O teste rápido identifica se o indivíduo teve contato com o vírus, diferentemente do exame de RT-PCR, que detecta o material genético (RNA) do coronavírus, identificando a presença da infecção.
Uma das condições para a aplicação do teste rápido é a pessoa ter tido contato com paciente infectado com coronavírus e que permaneceu sem sintomas por mais de 14 dias. Para os sintomáticos há menos de 14 dias que tiveram contato com pacientes com COVID-19, a indicação é a realização do exame de PCR.

