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qui, 04 jun 2026
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Infecções de garganta crescem em SP; veja cuidados e tratamentos

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A faringite é associada às infecções de garganta e é caracterizada pela inflamação da parte de trás da garganta, próxima da úvula ou do sino. Dessa forma, conecta as vias aéreas nasais à boca. Os sintomas do problema são dor na região, dificuldade para engolir e, em alguns casos, febre.

Já a laringite é um quadro inflamatório da parte inferior do tubo que passa pelas cordas vocais. Posteriormente, chega até o esôfago. A principal diferença entre os problemas está na perda da voz. Além disso, a irritação na laringe causa rouquidão, pigarro e afonia.

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Grupos vulneráveis às infecções de garganta

Estão mais vulneráveis à faringite e à laringite crianças, idosos e demais pessoas com o sistema imunológico comprometido. Igualmente, aqueles que utilizam a voz com mais frequência e intensidade como professores, cantores e palestrantes precisam ficar atentos.

Para driblar os problemas durante os períodos de frio, o ideal é manter uma boa hidratação. Assim, deve-se ingerir água e, se necessário, utilizar soros nasais. Além disso, é importante manter-se agasalhado e evitar ambientes fechados. Consequentemente, deve-se evitar contato próximo com pessoas que já estejam doentes.

O tratamento das irritações da garganta conta com repouso e medicação para os sintomas. Geralmente, administra-se anti-inflamatórios. Em casos de quadros bacterianos, indica-se o uso de antibióticos.

Também ajuda a prevenir os problemas manter a boa saúde integral com dieta balanceada. Portanto, pratique atividade física recorrente e tenha sono reparador. Além disso, mantenha a higienização das mãos e superfícies.

De acordo com a coordenadora médica do Pronto-Socorro do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE), Lígia Coronatto, a faringite e a laringite podem ser consideradas sazonais. “A maior parte das inflamações de garganta nesta época do ano é causada por vírus. Por isso, basta repousar, manter a hidratação e a alimentação saudável”, comenta.

A médica acrescenta que os medicamentos sintomáticos são suficientes para tratar o problema. “Essa informação é essencial para desestimular o uso indevido de antibióticos, que pode ter consequências sérias a longo prazo”, completa.

*Com informações da Agência Estado

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