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seg, 27 jul 2026
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Aluguel em Guarulhos: QuintoAndar encerra QuintoCred; entenda o porquê você precisa agir agora!

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Você, proprietário ou inquilino, que vive por meio do aluguel em Guarulhos e tem contrato com a QuintoAndar precisa saber que a empresa caba de anunciar o encerramento do QuintoCred, seu serviço de garantia locatícia digital para terceiros. Assim sendo, a notícia traz impactos diretos a milhares de pessoas e exige ação rápida de proprietários e inquilinos da cidade.

A seguir, um resumo para entender o que é o QuintoCred, o que está mudando e o que cada parte precisa fazer.

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O que é o QuintoCred?

É um serviço digital do QuintoAndar que funcionava como garantia de aluguel para inquilinos. Desse modo, em vez de você ter que dar fiador, depósito caução ou contratar seguro-fiança, o QuintoCred garantia o pagamento do aluguel ao proprietário. O processo, totalmente digital, incluía análise de perfil e assinatura eletrônica, atraindo principalmente quem procurava agilidade e praticidade ao buscar aluguel em Guarulhos.

Com mais de 45 mil contratos ativos em todo o país, o QuintoCred conquistou rápida adoção entre proprietários e inquilinos de Guarulhos. A facilidade em fechar negócios, somada à segurança oferecida pela plataforma, consolidou o QuintoAndar como referência na região metropolitana de São Paulo.

Seu contrato de aluguel em Guarulhos é pelo Quinto Andar? Saiba o que vai acontecer:

O QuintoAndar vai encerrar esse serviço em 3 de agosto de 2025.

Mas mesmo quem já tiver contrato ativo vai continuar protegido só até 2 de outubro de 2025. Depois dessa data, a garantia acaba.

Por que isso preocupa e como afeta o aluguel em Guarulhos?

Aluguel em Guarulhos!

Guarulhos é uma das cidades com maior demanda por locação na Região Metropolitana de São Paulo. Com um mercado aquecido, proprietários e imobiliárias da cidade frequentemente recomendam o QuintoCred como opção de garantia rápida e sem burocracia.

Se o contrato de aluguel durar além de 2 de outubro de 2025, a garantia vai “cair” antes do fim do aluguel.

O que inquilinos e proprietários precisam fazer?

Renegociar a garantia antes que ela acabe. As opções mais comuns são:

  • Fiador (alguém que se responsabiliza pelo pagamento);
  • Caução (dinheiro ou depósito em conta);
  • Seguro-fiança (seguro que cobre o aluguel).

Essa troca de garantia precisa ser combinada pelos dois lados (inquilino e proprietário).

E se não fizerem nada?

A Lei do Inquilinato (Lei nº 8.245/1991), em seu artigo 40, determina: se a garantia original deixar de vigorar antes do término do contrato, o locador pode notificar o inquilino para apresentar nova garantia em até 30 dias. Se não o fizer, poderá propor ação de despejo. Se não apresentar, pode até acabar em despejo.

Por que isso expõe uma “brecha legal”?

Para os experts no setor, como o advogado especializado em Direito Imobiliário e líder do Contencioso Cível Estratégico do Albuquerque Melo Advogados, Rafael Verdant, e Stéfano Ribeiro Ferri, especialista em Direito Imobiliário e do Consumidor e membro da Comissão de Direito Civil da OAB/Campinas, o episódio evidencia a fragilidade do setor de garantias digitais no Brasil.

A ausência de regulação específica permite que empresas saiam do mercado sem assegurar transições automáticas, o que cria insegurança jurídica e risco de judicialização.

Hoje não existe uma regulação específica para essas garantias digitais. Assim, empresas podem sair do mercado e deixar contratos “órfãos” de garantia.

Isso gera insegurança e pode levar a brigas na Justiça.

O que os especialistas recomendam?

Rafael Verdant alerta para falta de regulação específica das garantias digitais:

É preciso rever o marco legal das garantias locatícias, especialmente em tempos de plataformas digitais e contratos automatizados. O consumidor e o pequeno locador não podem ficar desamparados diante de encerramentos unilaterais como esse.

Já Stéfano Ribeiro Ferri destaca que “O QuintoAndar recomendou que os envolvidos procurem alternativas no mercado, mas cada contrato precisará ser tratado individualmente”.

Em outras palavras:

Não deixe para a última hora: comece já a conversar com o proprietário ou com o inquilino.
Busque alternativas no mercado (seguros, fiadores, caução).
Por fim, formalize tudo por escrito, para evitar surpresas.

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