Grevistas se reunirão às 10h na Praça Getulio Vargas pelo segundo dia consecutivo e seguem tentando expandir a adesão a greve
O primeiro dia de greve da Proguaru teve adesão de pelo menos 1,2 mil trabalhadores. A contagem foi feita pelo sidicato da categoria (STAP) em assembleia realizada nesta segunda-feira (20) em frente ao Paço Municipal.
A concentração começou às 09h, por volta 13h o grupo saiu em caminhada até a Praça Getúlio Vargas. Debaixo de sol e um calor de 33° os manifestantes passaram pela Avenida Monteiro Lobato e adjacentes e pararam no cruzamento com a Av. Paulo Faccini com faixas e cartazes pelo referendo municipal e contra extinção.
Na sequência caminharam até o ponto final de concentração, no centro da cidade para aguardar o resultado de uma audiência judicial online entre o STAP, a diretoria da Proguaru e o Tribunal do Trabalho marcada para às 14h.
Segundo o sindicato, uma nova audiência foi marcada para próxima quinta-feira (23) para definir os rumos da legalidade da greve que contesta a extinção da Proguaru programada para até o fim deste ano, a prefeitura foi convocada para participar desta reunião.
Conforme divulgou a comissão de trabalhadores Em defesa da Proguaru a maior parte das adesões à greve está nas funções de portaria e limpeza de escolas municipais e ao menos 100 unidades têm até cem por cento dos funcionários paralisados.
No entanto, a prefeitura teria pedido à justiça para incluísse a educação como serviço essencial para limitar em 50% a adesão, mas o recurso ainda não foi julgado e até lá todo o quadro de funcionários da Proguaru em escolas poderá aderir ao movimento grevista.
Por volta das 17h, após a audiência, o diretor do sindicato Pedro Zanotti Filho em nova reunião com os trabalhadores afirmou que governo municipal está irredutível em fechar a empresa antes do prazo final. Nesta segunda estava marcado o pregão de abertura de quatro licitações da administração municipal para execução de serviços operados pelo Proguaru.


