As Polícias Militar e Federal, através da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco), deflagraram operação contra tráfico internacional de drogas nesta terça-feira (23). A ação visa integrantes de organização criminosa especializada em narcotráfico internacional e lavagem de dinheiro. Principalmente, os policiais cumprem 22 mandados de prisão e outros 40 de busca e apreensão.
A operação abrange cinco estados: São Paulo, Pará, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás. Pelo menos 11 mandados de busca são cumpridos na capital paulista, tendo como alvos integrantes de facção criminosa. Além disso, as ordens judiciais também são executadas em Guarujá, Leme, Sorocaba, Embu das Artes, Praia Grande e Caieiras.
Tráfico Internacional de Drogas: Operação de Grande Porte
A Polícia Militar mobilizou 68 policiais do Comando de Policiamento de Choque para a operação. Entre os efetivos estão o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) e o Comando de Operações Especiais (COE). Dessa forma, garante suporte especializado para cumprimento dos mandados.
As investigações contra a quadrilha iniciaram em fevereiro de 2021, após apreensão significativa de cocaína no Porto de Vila Conde, em Barcarena, no Pará. Na ocasião, agentes federais recolheram 458 quilos de cocaína escondidos em meio a carga de mineral. Principalmente, o entorpecente seria transportado ao Porto de Rotterdam, na Holanda.
Através das apurações, foi possível identificar membros da organização criminosa. Paralelamente, descobriram a logística montada para escoar produção de cocaína para Europa. Além disso, investigaram esquema para lavar dinheiro obtido com o crime através de empresas fictícias e empreendimentos como restaurantes.
Esta operação representa importante avanço no combate ao crime organizado transnacional. Principalmente, demonstra eficácia da cooperação entre diferentes forças policiais. Consequentemente, enfraquece estruturas criminosas que operam no tráfico internacional de entorpecentes.
Finalmente, a ação evidencia complexidade das organizações criminosas modernas, que utilizam empresas legais para mascarar atividades ilícitas. Portanto, reforça necessidade de investigações integradas e especializadas para combater efetivamente o narcotráfico internacional.


