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qui, 04 jun 2026
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Polícia Civil prende criminosos pelo roubo de Botox no Aeroporto de Guarulhos

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A Polícia Civil prendeu, nessa terça-feira (15/7), quatro homens suspeitos de envolvimento no roubo de botox avaliado em mais de R$ 7 milhões. O grupo é suspeito de participar do ataque a um estacionamento de caminhões de empresas que operam no Aeroporto Internacional de Guarulhos, ocorrido em junho deste ano, na Região Metropolitana de São Paulo.

A carga de botox roubada no dia 6 de junho estava próxima ao Aeroporto de Guarulhos. Durante a ação, a quadrilha estava armada e fez reféns no crime.

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Além dos quatro investigados, a Polícia Civil cumpriu 13 mandados de busca e apreensão. Dessa forma, os suspeitos tiveram os celulares apreendidos, assim como um veículo que fez parte da ação.

Roubo de botox: recuperação da carga em Embu das Artes

No dia 12 de junho, parte da carga foi localizada em Embu das Artes, também na Grande São Paulo. Consequentemente, isso levou à prisão de um dos envolvidos e à obtenção de informações que possibilitaram a nova ofensiva policial.

Segundo o departamento, a mercadoria recuperada estava armazenada em um galpão no bairro Pirajussara, em Embu das Artes, a pouco mais de 54 quilômetros do local do crime. Além disso, as autoridades revelaram que o endereço contava com uma câmara de refrigeração para conservar os frascos de botox. Na câmara frigorífica, estavam 87 caixas da substância.

Veja vídeo do flagrante da carga:

Assalto com reféns

Um grupo de criminosos armados invadiu um estacionamento de caminhões de empresas que operam no Aeroporto de Guarulhos na última sexta-feira (6/6) e roubaram a carga de botox avaliada em mais de R$ 7 milhões.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), os criminosos transferiram a carga roubada, proveniente da Holanda, para outro caminhão, utilizado pelos suspeitos para deixar o estacionamento. Por outro lado, o condutor do veículo e um conferente do sítio aeroportuário depois de rendidos, viraram reféns. O registro policial aponta que as vítimas ficaram sob custódia dos assaltantes por cerca de 10 horas.

Já na madrugada do sábado (7/6), os reféns foram liberados pelos assaltantes e deixados em uma região da rodovia Ayrton Senna, sentido São Paulo. Em depoimento, as vítimas contam que os criminosos ofereceram alimento, devolveram celulares e ainda entregaram dinheiro para pedirem um carro por aplicativo.

À época, a GRU Airport, concessionária responsável pelo Aeroporto Internacional de Guarulhos, informou que tomou conhecimento do assalto. Entretanto, o crime aconteceu no “sítio aeroportuário”, em uma área pública, cuja segurança não é de administração do aeroporto.

“Durante a ocorrência, não houve invasão do terminal de cargas, área cuja segurança é de responsabilidade da concessionária. A GRU Airport se solidariza com as vítimas do crime e se coloca à disposição das autoridades para colaborar com as investigações no que for preciso.”

Segundo a SSP, o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Civil conduziu toda a investigação.

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