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sex, 05 jun 2026
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UNG tem 4 professores em ranking mundial de Stanford

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Quatro docentes da Universidade Guarulhos (UNG) aparecem na lista dos cientistas mais influentes do mundo em 2025, divulgada pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, em parceria com a editora Elsevier. O levantamento internacional aponta os 2% de pesquisadores mais citados em trabalhos científicos publicados no ano anterior. Portanto, a presença dos professores da UNG no ranking reforça a qualidade das pesquisas desenvolvidas pela instituição guarulhense e posiciona a universidade entre os centros de excelência científica do país.

O ranking da Universidade de Stanford existe desde 2015 e avalia anualmente cerca de 100 mil autores-pesquisadores em todas as áreas científicas. Dessa forma, aparecer na lista “Science-wide author databases of standardized citation indicators” significa que o trabalho do pesquisador tem impacto reconhecido pela comunidade científica internacional. Além disso, a presença constante de alguns docentes da UNG no levantamento, por até seis anos consecutivos, demonstra produção científica consistente e relevante ao longo do tempo.

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Professores da UNG reconhecidos pelo sexto ano consecutivo

O professor Josué de Moraes, coordenador do Núcleo de Pesquisa em Doenças Negligenciadas (NPDN) e docente do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UNG, integra o ranking há seis anos consecutivos. Entre suas pesquisas mais importantes está a série de ensaios voltados à nova formulação de baixo custo para o remédio de verminose. “É uma honra, pelo sexto ano consecutivo, estar entre os cientistas mais influentes do mundo. Dedico esse reconhecimento aos meus alunos, colaboradores e à ciência brasileira, que resiste e transforma vidas”, declarou o pesquisador.

A professora Magda Feres, doutora em Microbiologia Oral, também aparece no ranking desde 2020, mantendo presença pelo sexto ano consecutivo. Além disso, o professor Jamil Awad Shibli, doutor em Periodontia, marca presença no levantamento desde o mesmo ano. Ambos fazem parte do Programa de Pós-Graduação em Odontologia da Universidade Guarulhos. Portanto, a área de Odontologia da UNG concentra três dos quatro pesquisadores reconhecidos internacionalmente, evidenciando a força do programa na instituição.

Professores da UNG reconhecidos no ranking Stanford 2025

ProfessorÁrea de AtuaçãoPrograma de Pós-GraduaçãoAnos no Ranking
Josué de MoraesDoenças NegligenciadasEnfermagem6 anos (2020-2025)
Magda FeresMicrobiologia OralOdontologia6 anos (2020-2025)
Jamil Awad ShibliPeriodontiaOdontologia6 anos (2020-2025)
João Gabriel Silva SouzaImplantologiaOdontologia2 anos (2024-2025)

Implantologia da UNG ganha destaque internacional

O professor João Gabriel Silva Souza, doutor em Implantologia, aparece pelo segundo ano consecutivo no ranking da Universidade de Stanford. Dessa forma, o docente se junta aos colegas da área de Odontologia que já vinham sendo reconhecidos há mais tempo. Vale destacar que a Implantologia representa campo de pesquisa em crescimento, com estudos voltados para aprimoramento de técnicas cirúrgicas e desenvolvimento de materiais biocompatíveis para implantes dentários.

Além disso, a presença de pesquisadores da UNG em diferentes subáreas da Odontologia (Microbiologia Oral, Periodontia e Implantologia) mostra amplitude das linhas de pesquisa desenvolvidas na universidade. Portanto, alunos de pós-graduação têm acesso a professores com reconhecimento internacional, o que fortalece a formação acadêmica e abre portas para colaborações científicas globais.

O que significa estar entre os 2% mais citados do mundo

Aparecer no ranking da Universidade de Stanford significa que o pesquisador está entre os 2% mais citados em sua área de atuação. Dessa forma, outros cientistas ao redor do mundo utilizam os trabalhos publicados por esses professores como referência para suas próprias pesquisas. Segundo a metodologia da Elsevier, o levantamento considera citações registradas na base de dados Scopus, uma das maiores plataformas de indexação científica do mundo.

Vale lembrar que o número de citações reflete o impacto das descobertas científicas na comunidade acadêmica. Portanto, quanto mais um trabalho é citado, maior sua relevância para o avanço do conhecimento em determinada área. Além disso, o ranking considera apenas citações de qualidade, excluindo autocitações excessivas e outras práticas que possam distorcer os resultados.

UNG fortalece posição como centro de pesquisa em Guarulhos

A presença de quatro docentes da UNG no ranking internacional reforça a posição da universidade como importante centro de produção científica na região metropolitana de São Paulo. Portanto, a instituição contribui não apenas com a formação de profissionais qualificados, mas também com pesquisas que geram impacto global. Além disso, os programas de pós-graduação da UNG oferecem oportunidade para que alunos trabalhem diretamente com pesquisadores reconhecidos mundialmente.

Vale destacar que a Universidade Guarulhos mantém programas de pós-graduação em diferentes áreas, incluindo Odontologia, Enfermagem, Direito e outras, com avaliação positiva pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Dessa forma, estudantes interessados em seguir carreira acadêmica encontram na UNG ambiente propício para desenvolvimento de pesquisas de alto nível. Além disso, a instituição investe em laboratórios, parcerias internacionais e publicações científicas de impacto.

Pesquisa sobre verminose tem potencial de impacto social

Entre os trabalhos desenvolvidos na UNG, destacam-se as pesquisas do professor Josué de Moraes sobre nova formulação de baixo custo para remédio de verminose. Segundo o pesquisador, a linha de estudos busca tornar o tratamento mais acessível para populações vulneráveis. Portanto, além do reconhecimento científico, o trabalho tem potencial de gerar impacto social direto, especialmente em regiões com menor acesso a medicamentos.

Vale lembrar que verminoses afetam milhões de pessoas no Brasil e no mundo, especialmente em áreas com saneamento básico precário. Dessa forma, pesquisas que tornam o tratamento mais barato e eficaz contribuem para melhoria da saúde pública. Além disso, trabalhos como esse demonstram que a ciência brasileira, mesmo com recursos limitados, consegue produzir soluções inovadoras para problemas reais da população.

*Com informações de UNG

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