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sáb, 06 jun 2026
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Vacina contra bronquiolite passa ser distribuída em novembro pelo SUS para grávidas e bebês

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A vacina contra bronquiolite chegará gratuitamente ao Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de novembro deste ano. O imunizante protege contra o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causador da bronquiolite em bebês. Principalmente, atenderá dois grupos prioritários: gestantes e recém-nascidos que poderão se vacinar na rede pública.

Aproximadamente 80% dos casos de bronquiolite e 60% das pneumonias em crianças com menos de dois anos têm como causa o vírus VSR. No Brasil, complicações dessas doenças respiratórias levam frequentemente à internação de bebês prematuros. Além disso, este ano registrou aumento significativo de casos de infecção em recém-nascidos, reforçando a urgência da vacinação.

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Vacina Contra Bronquiolite: Grupos Prioritários no SUS

O Ministério da Saúde definiu critérios específicos para imunização no sistema público. Principalmente, gestantes a partir da 28ª semana de gravidez receberão a vacina. Paralelamente, recém-nascidos também receberão imunização direta nas unidades de saúde.

Esta estratégia visa proteger bebês desde o nascimento através da imunização materna. Dessa forma, anticorpos passados durante a gestação oferecem proteção nos primeiros meses de vida. Consequentemente, reduz significativamente o risco de bronquiolite grave em recém-nascidos.

A expectativa do Ministério da Saúde é beneficiar aproximadamente 2 milhões de bebês anualmente. Além disso, projeta evitar cerca de 28 mil internações por ano relacionadas à bronquiolite e pneumonia. Principalmente, representa impacto significativo na saúde infantil brasileira.

Na rede privada, a vacina pode custar até R$ 3.680, valor que torna a imunização inacessível para grande parte das famílias brasileiras. Entretanto, a disponibilização gratuita pelo SUS democratiza acesso à proteção contra esta doença respiratória grave.

A bronquiolite representa uma das principais causas de internação pediátrica no país. Principalmente, afeta lactentes e pode causar dificuldade respiratória severa. Dessa forma, a vacinação preventiva representa avanço importante na saúde pública infantil.

Finalmente, a incorporação desta vacina ao calendário do SUS demonstra compromisso governamental com redução da morbimortalidade infantil. Consequentemente, fortalece a rede de proteção à saúde dos bebês brasileiros contra doenças respiratórias graves.

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