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sex, 10 jul 2026
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Campanha de vacinação contra a gripe segue ativa em Guarulhos e São Paulo

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A campanha de vacinação contra a gripe segue ativa em Guarulhos e em todo o estado de São Paulo, crucial para proteger a população dos vírus influenza que causam infecções respiratórias. Autoridades de saúde reiteram anualmente a necessidade da imunização para prevenir quadros graves da doença e suas complicações. O processo de atualização constante da vacina visa combater as cepas circulantes a cada temporada.

Vacina anual combate mutação do vírus influenza

Os vírus influenza demonstram alta capacidade de mutação, o que significa que suas características genéticas mudam frequentemente. Consequentemente, a composição da vacina é revisada anualmente para alinhar-se às cepas com maior probabilidade de circular na próxima temporada. A vacinação anual, portanto, assegura que a população mantenha a proteção necessária contra as variantes mais recentes do vírus e no período de maior transmissão.

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O imunizante é desenvolvido com vírus inativados e fragmentados, o que o impede de causar a gripe. Deste modo, a vacina atua estimulando o sistema imunológico a desenvolver defesas específicas contra os vírus influenza, preparando o organismo para combater uma eventual infecção e reduzir a chance de agravamento.

Campanha em São Paulo ampliou acesso à imunização

No estado de São Paulo, a campanha de vacinação contra a gripe teve início em março de 2024, inicialmente focada em grupos prioritários. Posteriormente, em junho de 2024, a abrangência foi estendida para incluir pessoas a partir de 6 meses de idade, dependendo da disponibilidade de doses nos municípios. Essa ampliação permite que mais guarulhenses e moradores da região tenham acesso à proteção.

Quem deve se vacinar contra a gripe

O Calendário Nacional de Vacinação estabelece a imunização anual contra a influenza para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e indivíduos com 60 anos ou mais. Além disso, a estratégia de vacinação inclui outros públicos considerados mais vulneráveis ou em risco de exposição. Entre eles estão puérperas, pessoas com doenças crônicas, imunossuprimidos e profissionais de áreas essenciais, como saúde, educação e segurança pública.

Conforme as diretrizes das campanhas, também são contemplados indivíduos com deficiência permanente, povos indígenas, quilombolas e pessoas em situação de rua. Trabalhadores do transporte coletivo, caminhoneiros, portuários e funcionários do sistema prisional, juntamente com a população privada de liberdade e jovens em medidas socioeducativas, completam a lista de grupos prioritários para a vacinação.

Riscos da influenza e suas complicações

A gripe não se limita a sintomas leves; ela é uma doença respiratória de rápida transmissão, capaz de evoluir para quadros clínicos graves. O vírus se propaga facilmente por gotículas liberadas ao falar, tossir ou espirrar, além do contato com superfícies contaminadas. Desse modo, a infecção pode desencadear complicações sérias, como pneumonia, agravamento de enfermidades preexistentes e síndrome respiratória aguda grave.

As complicações da influenza são particularmente preocupantes em grupos específicos, como crianças pequenas, idosos, gestantes e puérperas. Ademais, pessoas com doenças crônicas e imunossuprimidos apresentam maior vulnerabilidade clínica. Nestes casos, a vacinação se mostra fundamental para diminuir o risco de hospitalização e óbito, protegendo os mais frágeis.

Como procurar o serviço de vacinação

Para receber a dose da vacina contra a gripe, os interessados devem procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima em seu município, incluindo as de Guarulhos. É aconselhável apresentar um documento de identificação e, se possível, a caderneta de vacinação. Contudo, alguns grupos específicos podem necessitar de comprovação adicional de sua condição ou vínculo profissional, seguindo as regras de cada estratégia local.

Quem não deve tomar a vacina da gripe

A vacina da gripe possui poucas contraindicações. Crianças com idade inferior a 6 meses não devem receber o imunizante. Por outro lado, pessoas que já manifestaram uma reação alérgica grave após uma dose anterior devem obrigatoriamente passar por uma avaliação médica. Essa consulta visa analisar os riscos e benefícios da imunização antes de uma nova aplicação.

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