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qui, 04 jun 2026
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Valéria Bolsonaro é a nova secretária de Políticas para a Mulher de SP

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A deputada estadual foi nomeada pelo governador Tarcísio de Freitas, ela ocupa o cargo deixado por Sonaira Fernandes

A Secretaria de Políticas para a Mulher do Governo de São Paulo está sob novo comando. Nesta terça-feira (09), a deputada estadual Valéria Bolsonaro foi nomeada pelo governador Tarcísio de Freitas. Ela ocupa o cargo deixado por Sonaira Fernandes, que reassumiu mandato de vereadora na Câmara Municipal de São Paulo.

“Reforço meu agradecimento público para a Sonaira, que foi brilhante no desafio de ser a primeira secretária estadual de Políticas para a Mulher na história da gestão paulista. Ela deixa um legado que a Valéria Bolsonaro vai poder dar sequência e ampliar ainda mais com ações que protegem, acolhem e valorizam as mulheres de todos os municípios de São Paulo”, afirmou Tarcísio.

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A nomeação de Valéria Bolsonaro foi publicada no Diário Oficial do Estado. Formada em biologia, ela atuou como professora na rede pública por mais de 30 anos e está no segundo mandato como deputada estadual.

Na Alesp, presidiu a Comissão de Defesa e dos Direitos das Mulheres, integrou a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e Doenças Raras e coordenou a Frente Parlamentar em Defesa do Combate ao Câncer.

Na Secretaria de Políticas para a Mulher, Valéria Bolsonaro vai coordenar o planejamento de ações transversais que envolvem diversas pastas e órgãos do Governo de São Paulo.

Quem é Valéria Bolsonaro?

Valéria é casada com um primo de segundo grau de Jair Bolsonaro. Ela ganhou o sobrenome da família após a união e tem proximidade moderada com o ex-presidente.

A deputada também é próxima a Tarcísio. Ela integrou a equipe de transição da gestão em 2022, na área de educação.

A nova secretária foi filiada recentemente ao PL (Partido Liberal) e já foi expulsa do PSL (Partido Social Liberal). Em 2020, Sonaira alegou que a expulsaram por apoiar o então presidente Jair Bolsonaro, mas o partido negou que esse fosse o motivo e justificou a desfiliação por “infidelidade partidária”

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