A variante que preocupa o mundo já chegou ao Brasil, no entanto autoridades públicas ainda não definiram protocolos sanitários que possam barrar a entrada do vírus
O Brasil vive há mais de um ano a pandemia da Covid-19 e a vacinação contra a doença caminha a passos lentos. Até esta sexta-feira (21) são 444.391 mortes pela doença e menos de 20% da população está vacinada contra o coronavírus.
Nesta quinta-feira (19) foi confirmado no país, a chega de mais um variante do vírus, a cepa indiana é mais letal que as demais presentes em território nacional. Uma porta de entrada para novas variantes é o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.
O primeiro caso de coronavírus registrado, em março de 2020 foi de um passageiro que desembarcou neste terminal. Desde então, a doença já atingiu milhões de pessoas, inclusive na cidade, que tem munícipes que trabalham ou passam diariamente pelo aeroporto.
Ainda nesta quinta, o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB) sugeriu a implantação de barreiras sanitárias no local. A ideia é evitar que passageiros contaminados entrem no Brasil, por meio de Guarulhos.
O protocolo, no entanto, ainda não está definido, nem houve um posicionamento oficial da Agência Nacional de Vigilânia Sanitária (Anvisa) ou Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) sobre impor barreiras no Aeroporto de Guarulhos e demais acessos ao país.
Em nota, a Prefeitura de Guarulhos afirmou que está elaborando um documento a ser enviado à Anvisa sobre a questão do Aeroporto. Questionada, a Gru Airport, não se posicionou a respeito, até o fechamento desta reportagem.


