As demissões em massa na empresa seguem ocorrendo; sindicato constatou denúncias de falta de limpeza de unidades de saúde pela ausência de funcionários
A demissão em massa na Proguaru segue ocorrendo de forma descentralizada na cidade, após o registro da morte do agente de portaria, José Benedito Pinto. Hoje (17) completam sete dias que o funcionário faleceu após um infarto, na fila da demissão no CEU Continental na última sexta-feira (10).
O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (STAP) conseguiu na justiça anular as demissões consideradas irregulares. No entanto, uma decisão da instância superior derrubou a estabilidade dos funcionários prevista até 06 de janeiro.
Nesse período, inúmeros trabalhadores passaram a ser convocados pela administração da empresa por meio de Whatsapp e por telegrama via correios. Tanto, o sindicato quanto a comissão de trabalhadores ‘Em defesa da Proguaru’ orientam os funcionários a não assinarem as demissões.
Antes, os registros dos funcionários foi feito por meio de um comunicado no Diário Oficial, os desligamentos já estão ocorrendo e os postos de trabalho em unidades de saúde e escolas municipais ficam vazios. O que agrava o atendimento à população em meio o avanço da nova variante do coronavírus.
Um ato contra o governo municipal e a condução do caso da Proguaru, na reta final do prazo para dissolução da empresa foi marcado no calçadão da Rua Dom Pedro. De lá, os manifestantes deverão protocolar na Câmara Municipal um novo pedido de cassação do mandato de Guti (PSD).


