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qui, 04 jun 2026
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Vacinação contra a gripe segue abaixo de 30% para três grupos prioritários

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O resfriado comum, e o influenza, responsável pela gripe se replicam mais rapidamente com temperaturas frias

A campanha de vacinação contra a gripe, em SP, registra comparecimento de menos de 30% dos trabalhadores da saúde, crianças de seis meses a menores de seis anos, grávidas e puérperas puérperas (mulheres que deram à luz nos últimos 45 dias). 

Por isso, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo segue convocando estes públicos para garantirem sua dose de proteção contra o vírus Influenza.  Estes grupos devem procurar os postos preferencialmente até segunda-feira (10), mas aqueles que não puderem também terão direito a receber a vacina após esta data.

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Visando reduzir aglomerações para reforçar a prevenção à Covid-19, o cronograma da campanha foi dividido em três etapas que se estenderão até 9 de julho. A segunda se inicia na próxima terça-feira (11) e incluirá os idosos (pessoas com 60 anos ou mais) e professores das redes pública e privada, que somam mais 7,8 milhões de pessoas.

A terceira etapa começa em 09 de junho, alcançando 5,1 milhões pessoas com comorbidades e com deficiência; caminhoneiros, trabalhadores portuários e de transporte coletivo; profissionais das forças armadas, de segurança e salvamento e funcionários do sistema prisional;  população privada de liberdade e jovens e adolescentes sob medidas socioeducativas.

Seguindo a legislação, deverão ser priorizados nas salas vacinais os idosos com mais de 80 anos e haverá triagem diferenciada e orientações para quem apresentar sintomas respiratórios.

O Instituto Butantan disponibiliza ao Brasil 80 milhões de doses da para a campanha nacional, com produção integral do imunizante e sem necessidade de importação de matéria-prima.

O imunizante deste ano é constituído por três cepas de Influenza: A/Victoria/2570/2018 (H1N1)pdm09; A/Hong Kong/2671/2019 (H3N2); e B/Washington/02/2019 (linhagem B/Victoria).

Em 2020, o Estado de São Paulo registrou 809 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) atribuíveis ao vírus Influenza e 119 óbitos.

Covid-19

Quem está nos grupos da campanha de gripe e também estiver entre os públicos da vacinação contra COVID-19 deve respeitar um intervalo de 14 dias para receber doses destinadas a prevenção contra estas doenças.

Se houver interesse em intercalar o cronograma, como o imunizante contra o novo coronavírus é aplicado em duas doses, é possível receber a primeira, aguardar 14 dias para receber a da gripe, e depois esperar no mínimo mais 14 dias para receber a segunda dose contra COVID-19.

Respeitando os protocolos de prevenção, as salas de vacinação deverão manter organização do ambiente e evitar aglomerações, com distanciamento entre mesas e profissionais e pacientes, além da disponibilização de álcool para higienização das mãos.

A aplicação da vacina contra a gripe deve ocorrer em sala distinta da reservada para imunização contra Covid-19. Os profissionais estão orientados a fazer triagem com identificação de paciente com sintomas respiratórios, como tosse, coriza e falta de ar.

Os que apresentarem apenas tosse ou coriza poderão receber a vacina, com a orientação para procurar um serviço de saúde. A mesma recomendação será dada aos que apresentarem febre ou mau estado geral, e neste caso a aplicação da vacina precisará ser reprogramada até a recuperação do quadro clínico.

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