Está prevista para esta quarta-feira (01) uma greve desencadeada por entregadores por aplicativo. O levante foi sinalizado há alguns dias por motoboys cadastrados no Ifood, Rappy, UberEats entre outros.
Eles cobram mais transparência nos ganhos por parte das empresas e ainda, mais segurança sanitária em meio a pandemia. Esses profissionais são considerados umas das categorias essenciais de trabalho diante do enfrentamento do coronavírus.
A importância do trabalho dos entregadores só foi percebida quando a maioria da população estava em isolamento social. Enquanto isso, eles passaram a ser peça fundamental na dinâmica das entregas de estabelecimentos que só funcionam por meio de delivery.
É o caso dos restaurantes, que em Guarulhos por exemplo, ainda não tem permissão para abrir o consumo no local. Mas os motoboys cadastrados em aplicativos de comida passaram a fazer entregas também de compras feitas pela internet.
Não é incomum encontrar um entregador com mochilão da Rappi fazendo entregas que transportadoras ou os Correios não dão conta. Eles garantem agilidade e menor tempo nas entregas. Os ganhos são de acordo com a quantidade de entregas.
A narrativa
Alguns movimentos, grupos e personalidades políticas já aderiram ao movimento por meio das redes sociais, se apropriando da causa elencada pelos entregadores. As manifestações começaram nas redes sociais e pedem apoio de todos.
Entre as publicações está a sugestão de que ninguém faça pedidos pelos aplicativos hoje. As hastegs #GreveDosApps e #BrequeDosApps domina os trending topics do Twitter, ou seja, estão entre os assuntos mais comentados do dia na rede social.


