16.1 C
Guarulhos
sex, 05 jun 2026
- PUBLICIDADE -

Implante anticoncepcional no SUS: Implanon chega em 2025

PUBLICIDADE

O Sistema Único de Saúde (SUS) incorporará o Implanon, implante anticoncepcional de longa duração, a partir do segundo semestre de 2025. O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde após parecer favorável da Conitec, com previsão de distribuição de 500 mil unidades no primeiro ano. O método contraceptivo subcutâneo tem duração de até três anos e será oferecido gratuitamente às mulheres brasileiras, ampliando o acesso ao planejamento reprodutivo.

Como funciona o implante anticoncepcional Implanon

O Implanon é um pequeno bastão de plástico flexível de 4 cm que contém 68 mg de etonogestrel, hormônio da classe dos progestagênios. Fabricado pela empresa Organon, o implante anticoncepcional é inserido logo abaixo da pele do braço por profissional treinado.

PUBLICIDADE

Assim, o dispositivo libera o hormônio gradualmente na corrente sanguínea. Consequentemente, impede a ovulação e dificulta a entrada de espermatozoides no útero. Portanto, oferece proteção contraceptiva eficaz por até três anos.

Vantagens do Implanon no SUS para mulheres

O implante anticoncepcional apresenta eficácia comparável à da pílula anticoncepcional, mas com importantes vantagens. Primeiramente, não exige uso diário, o que aumenta significativamente sua taxa de sucesso. Além disso, elimina o risco de esquecimento comum em métodos como pílulas e injetáveis.

Por outro lado, o Implanon representa um método reversível e de longa duração. Dessa forma, dispensa o uso contínuo e correto por parte da usuária. Ademais, a fertilidade retorna rapidamente após a remoção do dispositivo.

Implanon SUS: quando e como fazer o procedimento

A expectativa do Ministério da Saúde é iniciar a distribuição do Implanon ainda em 2025. Para colocar o implante pelo SUS, será necessário aguardar a publicação da portaria oficial nos próximos dias. Posteriormente, o sistema terá até 180 dias para efetivar a distribuição.

O processo incluirá a compra dos insumos, capacitação de profissionais e atualização dos protocolos clínicos. Portanto, mulheres interessadas devem procurar unidades básicas de saúde para orientações sobre o procedimento.

Implante anticoncepcional: vantagens e desvantagens

Entre as principais vantagens do implante anticoncepcional estão a longa duração e a alta eficácia. Igualmente importante é a facilidade de uso, já que não requer lembrança diária. Também oferece reversibilidade rápida da fertilidade após remoção.

Entretanto, como qualquer método hormonal, pode apresentar alguns efeitos colaterais. Por exemplo, alterações no ciclo menstrual são comuns nos primeiros meses. Além disso, algumas mulheres podem experimentar mudanças no humor ou peso. No entanto, esses efeitos geralmente diminuem com o tempo.

Planejamento reprodutivo mais acessível no Brasil

Atualmente, o único método de longa duração disponível no SUS é o DIU de cobre. Embora eficaz, esse dispositivo pode não ser indicado para todas as pacientes. Portanto, o Implanon surge como alternativa segura, prática e hormonal.

O investimento do governo federal será de aproximadamente R$ 245 milhões. Cada unidade custa entre R$ 2 mil e R$ 4 mil na rede privada. Consequentemente, a disponibilização gratuita representará importante democratização do acesso.

Remoção e substituição do implante no SUS

Após os três anos, o bastonete pode ser retirado facilmente em procedimento ambulatorial. Se desejado, um novo implante pode ser colocado imediatamente. Dessa maneira, a proteção contraceptiva continua sem interrupção.

A remoção também é simples e rápida, realizada com anestesia local. Posteriormente, a fertilidade retorna rapidamente. Portanto, mulheres que desejam engravidar podem fazê-lo logo após a retirada do dispositivo.

Capacitação profissional para implante anticoncepcional

Para garantir a qualidade do atendimento, o SUS promoverá capacitação de médicos e enfermeiros. Assim, os profissionais estarão aptos a realizar tanto a inserção quanto a remoção do Implanon. Igualmente importante será a orientação adequada às usuárias sobre o método.

A meta é alcançar 1,8 milhão de implantes até 2026. Portanto, a capacitação será fundamental para o sucesso do programa. Além disso, a atualização dos protocolos clínicos garantirá padronização dos procedimentos.

Com informações do Ministério da Saúde

PUBLICIDADE

VEJA TAMBÉM

REDES SOCIAIS

30,908FãsCurtir
10,600SeguidoresSeguir
5,417SeguidoresSeguir
3,070InscritosInscrever
PUBLICIDADE

ÚLTIMAS NOTÍCIAS