A Polícia Federal encerrou as atividades de uma rádio pirata nesta terça-feira (24). A Operação Ranzini foi desenvolvida para acabar com interferência clandestina na operação do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.
Durante a ação, agentes apreenderam o transmissor e antena utilizados para transmissão ilegal. Os equipamentos estavam em Osasco, na comunidade Santa Rita. Dessa forma, a rádio pirata comprometia a comunicação entre pilotos e controladores, causando riscos para voos em São Paulo.
Rádio pirata: consequências legais
Agora os responsáveis pela rádio pirata poderão responder por crime contra as telecomunicações. Consequentemente, o crime trata da exploração de serviços de radiodifusão sem autorização legal.
Rádio pirata x Drones
As interrupções no Aeroporto Internacional de Guarulhos é uma constante. Recentemente, pousos e decolagens foram interrompidos por conta de drones. A operação ficou indisponível por 46 minutos no total, e os reflexos duraram cerca de duas horas. Entretanto, após esse período, as atividades voltaram ao normal.
A concessionária GRU Airport, que administra o aeroporto, informou que seis voos cancelados e 35 afetados foram o saldo final dessa história. Portanto, o incidente causou transtornos significativos para passageiros e companhias aéreas.
Investigações sobre drones revelam ligação com tráfico
Além disso, investigações posteriores indicaram que os drones podem estar relacionados ao tráfico de drogas na região. Por fim, as autoridades intensificaram o monitoramento para evitar novos casos. Em outras palavras, a suspeita é que criminosos usem equipamentos para transportar entorpecentes, burlando a segurança aeroportuária tradicional


