A Polícia Civil de São Paulo realizou, nesta quarta-feira (15), a destruição de mais de 100 mil garrafas apreendidas em um galpão clandestino na zona leste da capital. Principalmente, a ação foi coordenada pela 1ª Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas (Cerco).
Os vasilhames foram apreendidos durante ação da força-tarefa do Governo de São Paulo que atua nas investigações sobre adulteração de bebidas com metanol no estado. Por consequencia, o material, que somava cerca de 7 toneladas de vidro, seguiu para uma empresa de embalagens de vidro, após autorização judicial.
Polícia Civil: como funciona a destruição de garrafas de bebidas falsificadas
O transporte do material ocorreu nesta quarta-feira (15), partindo de um pátio de apreensões até uma empresa de reciclagem, também na zona leste. Assim, aconteceu a pesagem, quebra e mistura do vidro com outras cargas recicláveis.
Posteriormente, o material seguiu para um forno industrial, onde o vidro. Dessa forma, ele recebe calor de 1.400 °C, depois passa pelo processo de derretimento, moldagem e reciclagem. Dessa forma, 100% dele vira reutilizado.
Impacto ambiental positivo
Além de combater o crime, a medida da Polícia Civil contra a falsificação de bebidas alcoólicas contribui para o meio ambiente. Portanto, o material segue para a fabricação de novos produtos.
Igualmente, essa abordagem demonstra que ações de combate ao crime podem gerar benefícios ambientais significativos. Finalmente, a reciclagem das 7 toneladas de vidro evita o descarte inadequado e reduz a extração de matéria-prima.
Polícia Civil: resultados da força-tarefa contra falsificação de bebidas alcoólicas
Desde a criação da força-tarefa da Polícia Civil, que foca em combater à adulteração e falsificação de bebidas alcoólicas, aconteceram 57 prisões. Além disso, a operação continua ativa investigando novos casos de adulteração com metanol no estado de São Paulo.


